Poluição asiática ameaça ambiente na América
Recente estudo da Nasa demonstra que quinze por cento [ou mais] da poluição atmosférica da América do Norte tem origem nos países asiáticos. O principal vilão é a China, o maior poluidor do planeta. Essa pesquisa, de resultados inesperados, surgiu do uso de uma rede de satélites de monitoramento que foi criada para monitorar a propagação de pandemias humanas e animais através do globo.
A rápida expansão industrial chinesa, e a ausência de uma sociedade democrática, resultaram em uma destruição ambiental sem precedentes em qualquer outro lugar da Terra. Para sustentar a urbanização explosiva da população, a ditadura chinesa promoveu a derrubada acelerada de florestas e a drenagem de vastas áreas úmidas, como várzeas, brejos e pântanos.
Além disso, o Império do Meio importa centenas de milhões de toneladas de produtos agrícolas anualmente, principalmente dos maiores produtores mundiais de alimento: Brasil, Canadá, Estados Unidos, Austrália. Por seu lado, isso também acelera a super-exploração de vastas áreas de solo fértil nesses países, o que propaga geometricamente a devastação dos recursos naturais.
A poluição atmosférica chinesa [e também a japonesa, a coreana, a vietnamita, a indonésia, ...] é transportada pelos ventos na direção leste e, após cruzar o Pacífico, se precipita sobre o continente americano. Isso causa tremendo impacto ambiental, que vai da chuva ácida ao favorecimento de uma explosão de fungos mortais para as florestas do Novo Mundo.
Esses são dados preliminares, mas as perspectivas são muito ruins. Teme-se que o impacto asiático sobre o ambiente americano seja muito maior que esses estimados quinze por cento. Por motivos diplomáticos evidentes, essas descobertas têm recebido uma discretíssima divulgação por parte da Nasa, que está temerosa de uma possível reação agressiva por parte dos mandarins de Pequim.
NASA satellite measures pollution from east Asia to North America